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Potencial de Compra: setor de Papel e Celulose no radar

Como está o setor de Papel e Celulose este ano, principalmente para Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3). Pois, se tem uma coisa que o mercado tinha como certa era o crescimento do segmento em 2023. E, segundo, analistas, a expectativa era que isso continuasse nos próximos anos, devido a uma demanda internacional crescente e os investimentos que estão sendo realizados, principalmente pelas gigantes Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3) para aumentar sua capacidade produtiva.



17/10/2023 - Como está o setor de Papel e Celulose este ano, principalmente para Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3). Pois, se tem uma coisa que o mercado tinha como certa era o crescimento do segmento em 2023. E, segundo, analistas, a expectativa era que isso continuasse nos próximos anos, devido a uma demanda internacional crescente e os investimentos que estão sendo realizados, principalmente pelas gigantes Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3) para aumentar sua capacidade produtiva.


Setor de Papel e Celulose

Entretanto, segundo a análise setorial da Genial, houve a combinação de uma demanda fraca com excesso de oferta. Isso porque desde o início do ano, os preços internacionais tanto da fibra curta como da fibra longa na China, apresentaram fortes quedas, respectivamente de 40% e 25%.


“Acreditamos que as quedas estão relacionadas ao somatório de uma dinâmica mais fraca no consumo, combinada com uma forte adição de capacidade produtiva, proveniente de projetos relevantes esperados para serem entregues em 2023 e 2024, desfavorecendo o equilíbrio da oferta e demanda global”, afirmam os analistas.


De acordo com o especialista de investimentos do Portal Acionista, Gustavo Guerses, Klabin (KLBN11) é uma boa pagadora de dividendos e com relevância nacional. A Suzano (SUZB3) é reconhecida mundialmente, trabalha forte no mercado internacional e apresenta maior taxa de crescimento (não paga muitos dividendos em comparação com a Klabin).


“Ambas são sensíveis ao preço da commodity e ao câmbio (Suzano um pouco mais que Klabin). E agora que o dólar está em tendência de alta e as demandas das commodities diminuindo (por conta das crises dos países desenvolvidos)”, comenta.


Fonte: Acionista.com.br

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