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Setor aumenta expectativa de crescimento para embalagens de papel em 2024

Após expedição acima do esperado em janeiro e fevereiro, a estimativa foi elevada para 1,2% de alta no pior cenário e 5% no melhor. Registrando um desempenho acima do esperado na expedição em janeiro e fevereiro, a indústria brasileira de embalagens de papelão ondulado aumentou a estimativa de crescimento para este ano de 2024 – de 1% para 2,8% nos volumes medidos em toneladas e 2,9% em metros quadrados, podendo chegar a 5%. Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), embaixador José Carlos da Fonseca Júnio.



09/04/2024 - Registrando um desempenho acima do esperado na expedição em janeiro e fevereiro, a indústria brasileira de embalagens de papelão ondulado aumentou a estimativa de crescimento para este ano de 2024 – de 1% para 2,8% nos volumes medidos em toneladas e 2,9% em metros quadrados, podendo chegar a 5%.


Segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira de Embalagens em Papel (Empapel), embaixador José Carlos da Fonseca Júnior, o ano começou positivo, com os dois primeiros meses mais fortes em razão das condições macroeconômicas mais favoráveis, com redução da taxa de desemprego e aumento da renda, entre salários e programas de transferência. Esses fatores contribuíram para uma demanda mais aquecida, superando as expectativas do setor.


Adicionalmente, a tendência de substituição de embalagens de origem fóssil por alternativas mais sustentáveis, como é o caso do papel, papelão e cartões, ajudou a impulsionar estes resultados.


Assim, conforme calculado pelo pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), o novo intervalo de crescimento vai de 1,2% de alta no pior cenário a 5% no melhor.


“No computo geral, há uma visão mais positiva e persiste a tendência de migração para materiais de origem renovável, sobretudo entre os consumidores mais jovens”, afirmou Fonseca.


Nesse sentido, de acordo com estudo do FGV/Ibre para a Associação Brasileira de Embalagem (Abre), o valor bruto de produção de embalagens – para diferentes materiais – chegou a R$ 144,4 bilhões, indicando que o setor voltou a crescer após dois anos. Apesar do plástico ainda possui a maior participação, essa porcentagem vem caindo gradualmente.


As embalagens de papéis, por sua vez, somam participação de 38,7% no valor bruto em 2023, ultrapassando o plástico. “Essa tendência de substituição vai deixando marcas importantes e já é visível no varejo”, concluiu o executivo.


Fonte: Portal Packaging


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