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Inflação acelera a 0,38% em abril e fica acima das projeções


Apesar da aceleração, a nova taxa, de 0,38%, é a menor para abril em três anos, desde 2021.

14/05/2024 - A inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), acelerou a 0,38% em abril, apontou nesta sexta-feira (10) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Remédios, alimentos e gasolina pressionaram o índice, que ficou acima da mediana das previsões do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,35%.


O IPCA havia sido de 0,16% em março. Apesar da aceleração, a nova taxa, de 0,38%, é a menor para abril em três anos, desde 2021 (0,31%).


No acumulado de 12 meses, a inflação desacelerou a 3,69% até abril. É o menor patamar desde junho do ano passado (3,16%).


O novo resultado, porém, ficou acima da mediana das projeções, que era de 3,66%, segundo a Bloomberg. A alta dos preços estava em 3,93% nos 12 meses até março.


Remédios e alimentos em alta

Em abril, 7 dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta de preços. Saúde e cuidados pessoais (1,16%) e alimentação e bebidas (0,70%) registraram os maiores impactos no índice mensal. A pressão de cada segmento foi de 0,15 ponto percentual.


Em saúde e cuidados pessoais (1,16%), a maior contribuição para a alta veio dos produtos farmacêuticos (2,84%). O aumento veio após a autorização do reajuste de até 4,50% nos preços dos medicamentos, a partir de 31 de março.


O IBGE destacou as altas dos subitens antidiabético (4,19%), anti-infeccioso e antibiótico (3,49%) e hipotensor e hipocolesterolêmico (3,34%).


Em alimentação e bebidas (0,70%), a alimentação no domicílio acelerou de 0,59% em março para 0,81% em abril. Foram observadas altas nos preços do mamão (22,76%), da cebola (15,63%), do tomate (14,09%) e do café moído (3,08%).


Fonte: jornal Estado de Minas

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