Presidente da Associação Ind. Papeleira Portugal defende que a celulose é um supermaterial do futuro

Antonio Redondo é CEO da Navigator Company em Lisboa. “A celulose é reconhecida como um supermaterial do futuro, devido o setor estar há anos trabalhando para desenvolver novos produtos de base biológica”, afirmou Antonio Redondo, presidente da Associação da Indústria Papeleira (CELPA), durante a 3ª edição do Prêmio Floresta e Sustentabilidade. “As indústrias de pinho, sobro e eucalipto são clusters de uma grande relevância estratégica para o futuro do país não só pelo seu impacto econômico na balança comercial, no VAB e na geração de emprego, mas também como contribuição decisiva para a riqueza, coesão territorial e para o desenvolvimento de cadeias de abastecimento curtas e resilientes”, declarou Antônio.



20/07/2021 - “A celulose é reconhecida como um supermaterial do futuro, devido o setor estar há anos trabalhando para desenvolver novos produtos de base biológica”, afirmou Antonio Redondo, presidente da Associação da Indústria Papeleira (CELPA), durante a 3ª edição do Prêmio Floresta e Sustentabilidade


“As indústrias de pinho, sobro e eucalipto são clusters de uma grande relevância estratégica para o futuro do país não só pelo seu impacto econômico na balança comercial, no VAB e na geração de emprego, mas também como contribuição decisiva para a riqueza, coesão territorial e para o desenvolvimento de cadeias de abastecimento curtas e resilientes”, declarou Antônio.


Estes clusters industriais não têm uma visão mineira ou extrativa da matéria-prima e foram inovadores na introdução dos conceitos de gestão florestal sustentável. Planeiam e produzem com anos de antecipação a sua própria matéria-prima garantindo a sustentabilidade do recurso em harmonia com o espaço.


“Portugal não terá outro setor econômico em que existam condições naturais para criar uma matéria-prima renovável, única e diferenciada, onde domina know-how e tecnologia, no qual controla todas as fases relevantes da cadeia de valor, desde a floresta à fabricação de vários produtos como papel, cartão e tissue, onde possui escala mundial, em que apresenta I&D e branding de reputação internacional”, defendeu Redondo.


Portugal tem uma área florestal que cobre cerca de 3,4 milhões de hectares, sendo o principal uso do solo e valorizando o território continental, e onde há um claro predomínio de espécies autóctones, que ultrapassa os 70%.


Fonte: Tissue Online