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Paraibuna Embalagens eleva resistência da linha de papéis

  • há 24 minutos
  • 3 min de leitura

Avanço nos testes físicos favorece a produção de embalagens mais resistentes, inclusive quando fabricadas com papéis de menor gramatura, visando maior eficiência no uso de matéria-prima e melhor desempenho das embalagens no transporte e armazenamento.


09/04/2026 - Comprometida em aprimorar constantemente as propriedades físicas dos papéis que produz, com foco especial no aumento da resistência ao Ring Crush Test (RCT), um dos principais indicadores de qualidade para papéis utilizados em embalagens de papelão ondulado, a Paraibuna Embalagens lançou uma nova versão de sua tabela de especificações, incorporando melhorias em diversas linhas. Esse avanço contribui para a produção de embalagens mais resistentes, inclusive quando fabricadas com papéis de menor gramatura, visando maior eficiência no uso de matéria-prima e melhor desempenho das embalagens no transporte e armazenamento.


Entre os principais tipos de papéis produzidos pela Divisão Papel Juiz de Fora (MG) estão o White Top Liner (WTL), o Test Liner e o Miolo. O WTL é considerado um papel de maior valor agregado, que diferencia a embalagem pela aparência no ponto de venda, além de proporcionar maior visibilidade na impressão (base clara). O Test Liner compõe a parte externa (marrom) da embalagem e contribui para sua resistência estrutural. Já o Miolo é responsável pela formação da onda interna do papelão ondulado, sendo essencial para a sustentação da estrutura da embalagem, explica o coordenador de Controle de Qualidade, André Domingues.


O aumento da resistência no RCT representa um avanço importante, pois essa medida está diretamente relacionada à resistência da coluna da chapa de papelão e, consequentemente, à resistência final da caixa pronta, que pode ser avaliada pelo Box Compression Test (BCT). No caso específico do miolo-size, a Paraibuna Embalagens executou aumento de resistência em quatro gramaturas: 110, 120, 125 e 130. Para o Test Liner, foram aprimoradas as gramaturas 110 e 130. Já no White Top Liner (WTL), os papéis 140 e 170 receberam melhorias em sua resistência física, mantendo também seus altos padrões de qualidade visual e de impressão.


Essas melhorias podem gerar ganhos significativos na resistência das embalagens finais. Em alguns casos, como no papel 110-size, se utilizado em todas as camadas da embalagem, o aumento pode representar até 7,3% de ganho na resistência da caixa, explica André Domingues. Isso significa que os clientes podem produzir embalagens mais resistentes sem necessariamente aumentar o peso do material utilizado.


“Entre os principais benefícios desse aprimoramento está a possibilidade de obter maior resistência com menor gramatura, o que otimiza o consumo de matéria-prima e contribui para processos mais sustentáveis”, observa o coordenador de Controle de Qualidade da Paraibuna Embalagens. Além disso, embalagens mais resistentes aumentam a segurança dos produtos transportados, melhoram a capacidade de empilhamento e reduzem riscos de avarias durante a logística. Essa melhoria também oferece maior flexibilidade aos clientes, que podem optar por reduzir custos de material ou aumentar a resistência de suas embalagens, gerando impactos financeiros positivos.


O upgrade nas propriedades do papel foi possível graças a investimentos tecnológicos e à evolução dos processos produtivos. As máquinas 7 e 8, que possuem sistema de dupla formação, desempenham papel fundamental nesse avanço. Além disso, equipamentos como prensas de poliuretano contribuíram para melhorar a estabilidade do papel e reduzir a variabilidade do processo produtivo. Outro fator importante foi a otimização da aplicação de size (amido) no papel, substância responsável por aumentar sua resistência. As novas tabelas de especificações foram divulgadas em fevereiro, visando mercado interno e exportação.


Entre os projetos que, em breve, também contribuirão para novos avanços na qualidade do papel está a aquisição de uma cozinha enzimática de amido, que permitirá maior controle na preparação e aplicação do amido. As obras físicas já estão em andamento e a previsão é de operação ainda no primeiro semestre de 2026.


Desenvolvido pela área industrial da Paraibuna Embalagens, o projeto de melhoria contínua na linha de papéis é fruto do empenho de uma equipe dedicada liderada pelo coordenador de Controle de Qualidade, André Domingues, pelo gerente Industrial, Márcio Nogueira, pelo coordenador de Produção, Vitor Ferraz e pela assessora da superintendência, Maria Angelica Barbosa Moura.


“Todas essas melhorias integram nosso processo de posicionamento de mercado. Estamos acompanhando a tendência mundial focada na redução de gramatura com aumento de teste físico. Isso tem impacto direto em sustentabilidade, porque embalagens mais leves reduzem o uso de energia e de combustível com menos peso para o transporte”, explica o gerente comercial da Unidade de Papel da Paraibuna Embalagens, Mário Henrique Santos.


“O que a gente almeja com todo esse investimento é garantir a competitividade dos nossos clientes que são os fabricantes de caixas. Ao receberem um papel mais leve e com mais teste físico melhoram a performance de suas embalagens”, finaliza.


Fonte: Paraibuna Embalagens

 
 
 

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