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Logística reversa amplia práticas da Economia Circular na Paraibuna Embalagens

  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Atualmente, cerca de 90% dos caminhões que saem da fábrica sediada em Juiz de Fora (MG) carregados com bobinas de papel retornam abastecidos com aparas destinadas à produção.


14/07/2026 - A Paraibuna Embalagens traz os princípios da Economia Circular em sua essência desde que foi fundada há 63 anos. No mês dedicado a estimular reflexões sobre o meio ambiente, a empresa reforça seu compromisso de seguir ampliando suas práticas sustentáveis que tornam o negócio cada vez mais alinhado às exigências relacionadas à cadeia produtiva, a exemplo da logística reversa.


Trata-se de um sistema de planejamento, operação e controle do retorno de produtos, embalagens ou resíduos ao ciclo produtivo após o consumo ou uso. Em vez de o material seguir apenas o fluxo tradicional — da indústria para o consumidor e depois para o descarte —, a logística reversa cria caminhos para que esses materiais retornem à cadeia econômica, sejam reutilizados, reciclados ou tenham destinação ambientalmente adequada.


Atualmente, cerca de 90% dos caminhões que saem da fábrica, sediada em Juiz de Fora (MG), carregados com bobinas de papel retornam abastecidos com aparas destinadas à produção. A prática reduz viagens vazias, otimiza custos de transporte e diminui o consumo de combustível.


“Hoje, o abastecimento de aparas na fábrica, no retorno dos caminhões que saem daqui com material pronto para o cliente, demonstra o acerto de uma estratégia muito bem desenhada”, explica coordenador de Logística, Glauber Luíz da Silva Barbosa.


Prática otimiza custos do transporte

Na prática, a iniciativa conecta dois pilares centrais da Economia Circular: o reaproveitamento de resíduos e a eficiência logística. As aparas coletadas retornam à fábrica e passam novamente pelo processo industrial, dando origem a novos produtos de papel e embalagens.


No Brasil, a logística reversa ganhou força principalmente após a criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, que estabeleceu responsabilidades compartilhadas entre fabricantes, distribuidores, comerciantes, consumidores e poder público na destinação de resíduos.


Modernização abriu novas frentes de atuação

A maior parte das aparas utilizadas no processo produtivo da Paraibuna Embalagens vem da região Sudeste. Atualmente, a empresa consome cerca de 600 toneladas de aparas por dia, volume que deve crescer ainda neste ano com os investimentos previstos para ampliação da capacidade produtiva.


A implementação da logística reversa foi facilitada após amplo processo de modernização quando a empresa deixou de trabalhar com caminhoneiros autônomos e passou a operar integralmente com transportadoras contratadas, com frotas monitoradas, veículos novos e maior controle operacional.


Segundo Glauber Luíz, a mudança reduziu drasticamente problemas relacionados a atrasos nas entregas, quebras de caminhões, perdas operacionais e questões fiscais ligadas ao transporte de cargas.


A modernização também abriu espaço para práticas sustentáveis entre os parceiros logísticos. Algumas transportadoras que atendem a Paraibuna possuem certificações ambientais e adotam tecnologias voltadas à redução de emissões e ao aumento da eficiência energética, valorizando ainda mais as práticas implementadas pela empresa.


Fonte: Paraibuna Embalagens

 
 
 

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