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Klabin é a campeã histórica de papel e celulose nos 50 anos do ranking Melhores e Maiores

A empresa já chegou ao topo do ranking dez vezes, desde 1974. Em 1974, a Klabin foi reconhecida pela primeira vez no ranking Melhores e Maiores da Exame. Durante a década, a companhia ainda figurou no primeiro lugar em outras duas vezes, em 1975 e 1977. Além disso, a companhia voltou topo da lista outras sete vezes a partir de 2010(as aparições, da mais recente para a mais antiga foram em: 2020, 2018, 2017, 2015, 2013, 2012, 2010, 1977, 1975, 1974).



19/09/2023 - Em 1974, a Klabin foi reconhecida pela primeira vez no ranking Melhores e Maiores da Exame. Durante a década, a companhia ainda figurou no primeiro lugar em outras duas vezes, em 1975 e 1977. Além disso, a companhia voltou topo da lista outras sete vezes a partir de 2010(as aparições, da mais recente para a mais antiga foram em: 2020, 2018, 2017, 2015, 2013, 2012, 2010, 1977, 1975, 1974).


Diante desse cenário, a companhia se tornou a recordista no setor em premiações anuais, sendo assim, a campeã histórica entre as empresas de papel e celulose nos 50 anos da premiação Melhores e Maiores.


Com 22 fábricas no Brasil e uma na Argentina, a Klabin produz3,1 milhões de toneladas de papéis e 1,6 milhão de tonelada de três tipos de celulose, além de fazer a gestão e o manejo florestal de 719 mil hectares, sendo 42% áreas de conservação.


“Temos mais de 25 mil colaboradores, entre diretos e indiretos, então reconhecemos o enorme impacto da operação nas pessoas, comunidades, e nas florestas onde atuamos”, diz Cristiano Teixeira, CEO da Klabin.


Para o executivo, um dos motivos para a consistência da empresa de 124 anos é a atenção às oportunidades e constante inovação. “Sempre acompanhamos as tendências e estivemos atentos aos critérios para garantir aos stakeholders que estamos no melhor caminho”, diz Teixeira.


Nesse sentido, Cristiano indica que em relação aos produtos, o diferencial foi saber acompanhar as necessidades do mercado. “Tivemos uma fase muito forte da mídia impressa, na qual o fornecimento do papel era essencial. Com a digitalização, soubemos migrar para a produção de embalagens para e-commerce, por exemplo. Ao longo da história, somos uma empresa dinâmica e atenta”, afirma o executivo.


De olho no futuro, a companhia aposta em produtividade alinhada à sustentabilidade. “Estamos fazendo investimentos e escolhendo equipamentos que vão durar de 40 a 60 anos. Hoje temos as máquinas mais modernas do mundo e que podem ser atualizadas para a inovação constante”, apontou Teixeira.


Operação da Klabin: primeira do setor a certificar o manejo florestal.

Foto: Germano Lüders / Exame


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

No contexto das mudanças climáticas e os desafios socioambientais ligados ao negócio da Klabin, a empresa lançou, em 2020, os KODS – Objetivo Klabin para o desenvolvimento sustentável, alinhados à agenda 2030 da Organização das Nações Unidas. Adicionalmente, no ano seguinte, a companhia apresentou ao mercado um site com atualizações constantes com informações de suas práticas ESG. Há ainda um sistema de pontuação para os executivos com metas vinculadas ao ESG.


“Em 1992, o Dr. Israel Klabin e Celso Lafer, então membros do conselho de administração, estavam envolvidos com a Rio-92, conferência sobre mudanças climáticas que deu o ponta pé inicial para as Conferências das Partes (COP), que hoje reúnem o mundo todo. Assim, fica claro que desde a fundação da companhia as pessoas envolvidas estavam preocupadas com cultura, sustentabilidade, inovação e transparência, resultando na companhia que temos hoje”, completa Teixeira. A Klabin foi a única brasileira convidada pela ONU a integrar o grupo de líderes da COP26, em 2021.


Fonte: Tissue Online

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