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Geração de empregos com carteira assinada dobra em março no Brasil

Caged apura saldo positivo e 195.171 vagas no mês, 97% a mais do que no mesmo período de 2022. O mercado de trabalho formal registrou um saldo positivo de 195.171 carteiras assinadas em março, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado do mês passado decorreu de 2.168.418 de admissões e de 1.973.247 de demissões. O número é praticamente o dobro (97%) do saldo registrado em março de 2022, quando houve abertura de 98.786 vagas com carteira assinada.


Trabalho com carteira assinada tem salto — Foto: RODRIGO CLEMENTE - 4.2.2011


Por Agências


27/04/2023 - O mercado de trabalho formal registrou um saldo positivo de 195.171 carteiras assinadas em março, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado do mês passado decorreu de 2.168.418 de admissões e de 1.973.247 de demissões. O número é praticamente o dobro (97%) do saldo registrado em março de 2022, quando houve abertura de 98.786 vagas com carteira assinada.


O resultado superou as estimativas do mercado, segundo a pesquisa realizada pelo Projeções Broadcast. As expectativas eram de abertura líquida de 23.407 mil a 161.244 vagas em março, com mediana positiva de 96.473 postos de trabalho. No primeiro trimestre de 2023, o saldo do Caged já é positivo em 526.173 de postos. No mesmo

período do ano passado, houve criação líquida de 619 318 postos formais. Em fevereiro deste ano, houve a criação de 245.813 vagas, o que mostra que muitos temporários de fim de ano foram efetivados.


Ao todo, há 42.970.598 brasileiros trabalhando formalmente no Brasil, um aumento de 0,46% em relação ao mês anterior. Os novos contratados recebem, no entanto, em média R$ 1.960,72, R$ 30,06 a menos do que a média de fevereiro. A redução foi de 1,51%.


O QUE É O CAGED?

Os dados do Novo Caged se referem apenas às vagas com carteira assinada. Como as companhias podem atualizar as informações de contratações e desligamentos de maneira retroativa, os dados podem variar de mês a mês. O levantamento não capta os dados do mercado de trabalho informal, como a Pnad Contínua do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), por exemplo.


Desde janeiro de 2020, o uso do Sistema do Caged foi substituído pelo eSocial. Atualmente, todas as empresas estão obrigadas a declarar as movimentações de trabalhadores formais por meio do eSocial. Com a mudança, a metodologia do Novo Caged passou a ser composto por informações captadas dos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web.


Fonte: jornal O Tempo (Folhapress e Agência Estado)

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