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Fecomércio MG e Fiemg criticam veto de Lula à desoneração da folha de pagamento

Setor produtivo em Minas Gerais aponta que a reoneração é uma ameaça à manutenção de postos de trabalho. O setor produtivo mineiro está insatisfeito com o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à desoneração da folha de pagamento. A Fecomércio MG e a Fiemg alegam que o retorno da carga tributária na folha de pagamento ameaça a preservação de empregos, a estabilidade da inflação e prometem sensibilizar o Congresso Nacional para derrubar o veto presidencial.


Na avaliação de Nadim Donato, medida do governo não vai ajudar na

redução do déficit público | Crédito: Jéssica Saraland/Fecomércio MG



28/11/2023 - O setor produtivo mineiro está insatisfeito com o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à desoneração da folha de pagamento. A Federação do Comércio, Bens e Serviços do Estado de Minas Gerais (Fecomércio MG) e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) alegam que o retorno da carga tributária na folha de pagamento ameaça a preservação de empregos, a estabilidade da inflação e prometem sensibilizar o Congresso Nacional para derrubar o veto presidencial.


O presidente da Fecomércio MG, Nadim Donato, vê com preocupação a decisão de Lula ao vetar a matéria sobre a folha de pagamento. Ele afirma que a desoneração possibilita que as empresas contribuam com alíquotas mais favoráveis sobre a receita bruta, o que é essencial para preservar empregos e a estabilidade econômica no Estado.


“Nossa inquietação central reside na ameaça iminente à existência de postos de trabalho nos setores contemplados, que desempenham um papel vital na economia. A mudança pode criar instabilidade, afetando as expectativas de mercado e gerando incertezas. Tal medida não alcançará as metas de redução do déficit público, podendo inclusive agravar a dinâmica econômica ao prejudicar os empregos formais e a arrecadação do governo federal”, comenta Donato.


Para o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, com a desoneração, o setor industrial se torna mais competitivo, sobretudo para a exportação, e retornar com os tributos na folha de pagamento penaliza as indústrias. “A desoneração é fundamental para mantermos a competitividade na indústria e a geração de empregos, principalmente em relação aos produtos importados isentos de impostos. Não podemos criar uma situação em que os setores que mais empregam hoje no Brasil sejam penalizados, por isso acredito que a desoneração é essencial para garantirmos um equilíbrio e o crescimento econômico do País”, declara Roscoe.


Fonte: Diário do Comércio



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