Volume de vendas do comércio supera expectativas do mercado

O volume de vendas do comércio varejista avançou 0,2% em Minas Gerais e 1,8% no Brasil em abril, frente a março, superando as expectativas do mercado. Em Minas Gerais, o desempenho mensal não foi suficiente para recompor a perda observada em março (quando recuou 1,0%). Apesar disso, a performance positiva em abril posicionou as vendas do comércio varejista 4,0% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020). No Brasil, a performance do mês reverteu a perda de 1,1% registrada em março, frente a fevereiro. Essa foi a maior alta para abril desde 2000, e recolocou o setor 1,0% acima do patamar pré-pandemia.



Por: Gerência de Economia - FIEMG


15/06/2021 - O volume de vendas do comércio varejista avançou 0,2% em Minas Gerais e 1,8% no Brasil em abril, frente a março, superando as expectativas do mercado.


Em Minas Gerais, o desempenho mensal não foi suficiente para recompor a perda observada em março (quando recuou 1,0%).


Apesar disso, a performance positiva em abril posicionou as vendas do comércio varejista 4,0% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020).


No Brasil, a performance do mês reverteu a perda de 1,1% registrada em março, frente a fevereiro. Essa foi a maior alta para abril desde 2000, e recolocou o setor 1,0% acima do patamar pré-pandemia.


Em Minas Gerais, três das oito atividades do setor apresentaram taxas positivas em abril: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (11,3%), “combustíveis e lubrificantes” (3,3%) e “artigos farmacêuticos e cosméticos” (0,5%). Em contrapartida, os segmentos de “tecidos, vestuário e calçados” (-2,9%), “outros artigos de uso pessoal e doméstico” (-2,1%), “livros, jornais, revistas e papelaria” (-1,9%), “hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo” (-1,0%) e “móveis e eletrodomésticos” (-0,2%) apresentaram taxas negativas, na mesma base de comparação.


No Brasil, o crescimento de 1,8% em abril foi explicado pelo aumento em sete das oito atividades do setor. Os destaques positivos foram “móveis e eletrodomésticos” (24,8%),“tecidos, vestuário e calçados” (13,8%) e “equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (10,2%). Apenas o segmento “hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo” (-1,7%) registrou queda no período.


Em maio, deve ser verificada uma alta nas vendas do comércio varejista. O resultado do Índice de Confiança do Comércio sustenta essa perspectiva: o índice avançou 9,8 pontos em maio, frente a abril. Além disso, o indicador de mobilidade, disponibilizado pelo Google Mobility, registrou alta na média móvel do mês de maio, atingindo o mesmo patamar observado em dezembro de 2020.


Fonte: IBGE