Vacinação em massa é fundamental para retomada da atividade econômica, diz CNI

A CNI prevê crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, com a indústria crescendo 4,4%. Em posicionamento institucional diante da nova escalada das contaminações de Covid-19, tendo neste momento em Manaus (AM) o centro de maior drama por falta de oxigênio em hospitais, a CNI lembrou que a vacinação em massa é "fundamental" para a retomada da atividade econômica.



Metade das exportações mineiras tem como destino os Estados Unidos, segundo a CNI.


Por ESTADÃO CONTEÚDO


21/01/2021 - Em posicionamento institucional diante da nova escalada das contaminações de Covid-19, tendo neste momento em Manaus (AM) o centro de maior drama por falta de oxigênio em hospitais, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) lembrou que a vacinação em massa é "fundamental" para a retomada da atividade econômica.


Em texto da entidade, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, sustenta que a imunização permitirá reativar setores da economia ao proteger a saúde dos brasileiros e afastar o risco da doença, o que, consequentemente, levará ao retorno dos brasileiros às atividades diárias, assim como a recuperação do consumo e dos investimentos. À medida que a vacinação for avançando, prossegue a nota da CNI, as incertezas econômicas, políticas e sociais relacionadas à pandemia se dissiparão.


"A confiança trará novo fôlego ao consumo e à produção, o que acelerará a recuperação das perdas deixadas por esta que é uma das mais graves crises sanitária e econômica enfrentadas pela humanidade", afirma Andrade.


Ele acrescenta que a redução das incertezas a partir da vacinação permitirá ao País concentrar esforços nas ações necessárias para alcançar um ciclo de crescimento sustentado.



A CNI prevê crescimento de 4% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano, com a indústria crescendo 4,4%.


A confederação da indústria cita uma reforma tributária "ampla" e a modernização de marcos regulatórios entre as iniciativas necessárias para o País reduzir o custo de produção, melhorar o ambiente de negócios e, dessa forma, voltar a atrair investimentos.


A entidade também defende o reequilíbrio das contas públicas, com a manutenção do teto de gastos, como o caminho para elevar a confiança dos investidores e reduzir as pressões tanto sobre os juros quanto sobre a capacidade do Estado de investir.


"Um passo decisivo nessa direção seria a aprovação de uma reforma administrativa, que racionalize os gastos públicos e melhore a qualidade dos serviços prestados à população", diz Andrade.


Fonte: jornal O Tempo

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