Suzano registra geração de caixa operacional de R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre

Resultado recorde contribui para contínua queda da alavancagem da companhia. A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, apresenta uma geração de caixa operacional de R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2021 (2T21), alta de 47% em relação ao mesmo período do ano passado (2T20). Este é o maior resultado trimestral desde a constituição da Suzano S.A., em janeiro de 2019. No período de 12 meses entre julho de 2020 e junho de 2021, a geração de caixa operacional totalizou R$ 14,6 bilhões.



17/08/2021 - A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, apresenta uma geração de caixa operacional de R$ 4,9 bilhões no segundo trimestre de 2021 (2T21), alta de 47% em relação ao mesmo período do ano passado (2T20). Este é o maior resultado trimestral desde a constituição da Suzano S.A., em janeiro de 2019. No período de 12 meses entre julho de 2020 e junho de 2021, a geração de caixa operacional totalizou R$ 14,6 bilhões.


O resultado do trimestre foi novamente impulsionado pelo forte volume de vendas de celulose e pela evolução de preço no período. A companhia encerrou o mês de junho com patamar de estoques abaixo do nível ótimo operacional. No segmento de papéis, destaque para o bom desempenho comercial e operacional com elevação de preços e do volume de vendas no mercado doméstico. As vendas de celulose totalizaram 2,5 milhões de toneladas e as vendas de papel atingiram 296 mil toneladas, contribuindo para a receita líquida de R$ 9,8 bilhões entre abril e junho.


O EBITDA ajustado, outro importante indicador que mede a saúde financeira da companhia, somou R$ 5,9 bilhões, crescimento de 42% em relação ao segundo trimestre de 2020.


A capacidade de geração de caixa da companhia, associada à disciplina financeira, fez com que a alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado caísse para 3,3 vezes em dólar em junho, ante 3,8 vezes ao final do primeiro trimestre deste ano.


“Os números alcançados no segundo trimestre evidenciam, mais uma vez, a robustez financeira da Suzano e mostram que a companhia tem construído, ao longo dos últimos trimestres, as condições necessárias para viabilizar a instalação de uma nova fábrica de celulose no Mato Grosso do Sul”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.


O andamento do projeto, anunciado em maio deste ano, ainda está sujeito ao cumprimento de condições precedentes.


Na última linha do balanço, o movimento de desvalorização do dólar frente ao real no fechamento do trimestre foi o principal fator para o resultado líquido positivo de R$ 10 bilhões. O efeito é meramente contábil e explicado principalmente pelo impacto positivo da variação cambial sobre a dívida e os derivativos contratados em dólar.


O trimestre também foi marcado por dois importantes avanços na agenda ESG (Ambiental, Social e Governança, na sigla em inglês) da companhia. A Suzano anunciou uma meta de Biodiversidade inovadora para a indústria global de papel e celulose, a partir da qual se compromete a conectar meio milhão de hectares de áreas prioritárias até 2030, e realizou uma nova emissão de Sustainability-Linked Bond, que desta vez vincula o custo do recurso captado ao cumprimento de metas de redução de uso de água nas operações industriais e de ampliação da representatividade de mulheres em cargos de liderança.


Fonte: Celulose Online