Suzano registra geração de caixa operacional de R$ 2,9 bilhões no 3º trimestre

Volume de vendas, custo caixa de celulose e redução da alavancagem são destaques do período. A Suzano divulga os resultados do terceiro trimestre de 2020 (3T20). O período foi marcado, mais uma vez, pela sólida capacidade de geração de caixa da companhia, pelo forte volume de vendas, mesmo diante do trimestre sazonalmente mais fraco do ano, e pela redução da dívida líquida e da alavancagem.



03/11/2020 - A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, divulga os resultados do terceiro trimestre de 2020 (3T20). O período foi marcado, mais uma vez, pela sólida capacidade de geração de caixa da companhia, pelo forte volume de vendas, mesmo diante do trimestre sazonalmente mais fraco do ano, e pela redução da dívida líquida e da alavancagem.

A geração de caixa operacional da Suzano totalizou R$ 2,9 bilhões no 3T20, aumento de 88% em relação ao mesmo período de 2019 (3T19), sobretudo em função da evolução do EBITDA ajustado, que atingiu R$ 3,8 bilhões no período, alta de 58% na mesma base de comparação.

As vendas de celulose somaram 2,5 milhões de toneladas, a despeito da tradicional retração da demanda mundial que normalmente acontece em terceiros trimestres em função do período de férias nos países do Hemisfério Norte. O volume comercializado no trimestre foi semelhante à produção do período, mantendo os estoques da companhia baixos e estáveis em relação ao final de junho. Já as vendas de papel foram de 319 mil toneladas, evidenciando importante recuperação ao alcançar volume semelhante ao comercializado no 3T19, antes da pandemia. Com isso, a receita líquida somou R$ 7,5 bilhões entre julho e setembro de 2020.

“Os resultados deste terceiro trimestre comprovam a diferenciada resiliência da Suzano. Mesmo diante de um trimestre que historicamente apresenta demanda mais fraca e considerando o cenário global adverso deste ano, continuamos a ser uma das poucas empresas do setor com capacidade de gerar caixa, ganhar eficiência e reduzir alavancagem financeira”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

O custo caixa de produção de celulose, considerado o principal indicador de competitividade produtiva do setor, ficou em R$ 600 por tonelada (excluindo paradas), estável em relação ao segundo trimestre deste ano (2T20) e 8% inferior ao 3T19.

Outro destaque positivo foi a redução do endividamento. A relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado em dólar caiu de 4,7 vezes para 4,4 vezes no trimestre. Em real, a queda foi mais expressiva, de 5,6 vezes para 5,1 vezes.

A valorização do dólar sobre o real, que por um lado contribui para a elevação da receita líquida pela natureza exportadora do negócio e, por outro, impacta contabilmente o resultado financeiro em função do saldo da dívida em dólar e operações de proteção (hedge), gerou um resultado líquido negativo contábil de R$ 1,2 bilhão no trimestre.

“A conjuntura atual de real desvalorizado continua nos favorecendo. Por isso, embora o câmbio impacte o resultado financeiro no curto prazo, em função da variação cambial sobre a dívida em dólar e pela política financeira conservadora que adotamos, o efeito líquido sempre será positivo para a Suzano ao longo do tempo, aumentando a nossa geração de caixa”, diz o diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Suzano, Marcelo Bacci.

Fonte: Celulose Online

EMPRESAS  ASSOCIADAS

SINPAPEL

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE CELULOSE, PAPEL E PAPELÃO NO ESTADO DE MINAS GERAIS

Rua Bernardo Guimarães, 63 - 3º andar

CEP: 30140-080 | Belo Horizonte - MG

sinpapel@fiemg.com.br

Tel: +51 (31) 3282 7455

© Copyright 2020 SINPAPEL. Todos os direitos reservados. Web Designer Ricardo Sodré