Suzano investirá R$ 14,7 bilhões na construção de fábrica de celulose no MS

A Suzano anunciou a construção de uma nova fábrica com capacidade para produzir 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano. A unidade será construída no município de Ribas do Rio Pardo (MS), a 100 quilômetros de Campo Grande, e deve iniciar produção até o final do primeiro trimestre de 2024. O projeto prevê o investimento industrial de R$ 14,7 bilhões, o que representa um dos maiores investimentos privados em curso no Brasil. A iniciativa foi batizada de “Projeto Cerrado”, em referência à sua localização geográfica em Mato Grosso do Sul.



13/05/2021 - A Suzano anunciou a construção de uma nova fábrica com capacidade para produzir 2,3 milhões de toneladas de celulose de eucalipto por ano. A unidade será construída no município de Ribas do Rio Pardo (MS), a 100 quilômetros de Campo Grande, e deve iniciar produção até o final do primeiro trimestre de 2024. O projeto prevê o investimento industrial de R$ 14,7 bilhões, o que representa um dos maiores investimentos privados em curso no Brasil.


A iniciativa foi batizada de “Projeto Cerrado”, em referência à sua localização geográfica em Mato Grosso do Sul, e amplia em aproximadamente 20% a atual capacidade de produção de celulose da Suzano, de 10,9 milhões de toneladas. Além disso, a fábrica em Ribas do Rio Pardo será a unidade mais competitiva da empresa.


“A nova fábrica representa um importante avanço em nossa estratégia de longo prazo. A Suzano já está presente na vida de mais de dois bilhões de pessoas a partir de seus produtos e, como líder global, está comprometida em atender à crescente demanda global por produtos de origem renovável. Este projeto também trará uma relevante contribuição na geração de renda e emprego, bem como na capacidade de captura de carbono advinda da expansão da base florestal”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.


Outro ganho a ser proporcionado pela nova unidade para mitigar os efeitos das mudanças climáticas está relacionada ao aumento da oferta de geração de energia renovável no Brasil. A planta terá capacidade para exportar aproximadamente 180 MW médios ao sistema elétrico nacional. A nova unidade caminha para ser a primeira fábrica do setor de papel e celulose no Brasil considerada livre de combustível fóssil, um novo marco da Suzano em ecoeficiência, que evidencia o compromisso com a sociedade e com o planeta.


A efetivação do projeto, que resultará na maior planta de celulose em linha única do mundo, ainda depende de condições precedentes, como o atendimento aos parâmetros estabelecidos na Política Financeira da companhia e as negociações com fornecedores. O Projeto Cerrado terá como principal fonte de recursos a geração de caixa da Suzano, podendo ser complementado com financiamentos, desde que as condições sejam atrativas em termos de custo e prazo.


Durante a construção, o empreendimento deve gerar cerca de 10 mil empregos diretos no pico da obra, além de milhares de empregos indiretos em toda a região. Quando concluída, a nova unidade deve empregar três mil pessoas entre colaboradores próprios e terceiros e movimentar toda a cadeia econômica regional.


Fonte: EmbalagemMarca