Suzano: fundamentos da celulose sugerem ciclo positivo em 2021 e 2022

O aumento dos preços de celulose de fibra curta reflete a dinâmica saudável do mercado, afirmou a Ágora Investimentos. A Ágora Investimentos reforçou sua preferência pela Suzano (SUZB3) no setor de papel e celulose por ver que a melhora nos fundamentos da celulose avança em ritmo sólido.


(Imagem: Facebook/Suzano).


19/01/2021 - A Ágora Investimentos reforçou sua preferência pela Suzano (SUZB3) no setor de papel e celulose por ver que a melhora nos fundamentos da celulose avança em ritmo sólido.


Repassando dados da agência de informações RISI, a corretora disse que a Suzano anunciou um novo aumento de US$ 50 a tonelada no preço da celulose de fibra curta a partir das vendas de 1º de fevereiro na China, fixando os preços em US$ 580/tonelada.


O anúncio veio pouco tempo de a companhia ter elevado o preço da celulose branqueada de eucalipto (BEK, na sigla em inglês) para US$ 550 a tonelada no Sudeste Asiático e no Oriente Médio.


O aumento dos preços superou as perspectivas já otimistas dos analistas.


“Os fundamentos apoiam um ciclo de celulose positivo em 2021/22, com os aumentos de preços no fim de 2020/início de 2021 superando nossa perspectiva já otimista (atualmente estimamos que a celulose de fibra curta chegue a US$ 650/tonelada na China no fim do ano e com média de US$ 570/tonelada em 2021, o que está começando a parecer conservador)”, afirmaram os analistas Thiago Lofiego e Luiza Mussi, em relatório divulgado na sexta-feira.


Na avaliação da Ágora, um aumento de US$ 50 a tonelada no preço da celulose de fibra curta reflete a dinâmica saudável do mercado. Além disso, os preços da celulose de fibra longa também estão subindo. Citando novamente a RISI, a corretora disse que produtores importantes do mercado estão pressionando por um aumento de US$ 120 a tonelada.


“O contrato de celulose de fibra longa de março atingiu RMB 6.254/tonelada (15 de janeiro), +RMB 94/tonelada no comparativo semanal e equivalente a cerca de US$ 840/tonelada após IVA e custos de logística, de acordo com a RISI. Essas iniciativas de preço levariam o spread de fibra entre a fibra longa e a celulose de fibra curta a máximos históricos, dando suporte à celulose de fibra curta”, destacaram os analistas.


Segundo a Ágora, cada variação de US$ 10 a tonelada no preço médio da celulose de fibra curta leva a uma variação de aproximadamente R$ 550 milhões no Ebitda da Suzano.


Fonte: Money Times

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