Indústria pode ser protagonista da bioeconomia no Brasil, afirma Robson Braga de Andrade

Presidente da CNI abriu Fórum Bioeconomia e a Indústria Brasileira, que conta com especialistas nacionais e internacionais para debater caminhos para alavancar a agenda. A indústria reúne todas as condições para ser a protagonista da bioeconomia no Brasil, uma vez que é responsável por inovações baseadas no uso sustentável dos recursos naturais em setores como biocombustíveis, alimentício, de medicamentos, de bioinsumos, têxtil, entre outros. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, durante a abertura do Fórum Bioeconomia e a Indústria Brasileira no dia 26/11.


02/12/2021 - A indústria reúne todas as condições para ser a protagonista da bioeconomia no Brasil, uma vez que é responsável por inovações baseadas no uso sustentável dos recursos naturais em setores como biocombustíveis, alimentício, de medicamentos, de bioinsumos, têxtil, entre outros. A afirmação foi feita pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, durante a abertura do Fórum Bioeconomia e a Indústria Brasileira no dia 26/11.


CNI apresenta plano de ação para alavancar a bioeconomia no Brasil


“A bioeconomia pode ser uma estratégia eficiente para o país alcançar um ritmo de crescimento consistente, proteger o meio ambiente, se destacar no combate às mudanças do clima e ser líder mundial do desenvolvimento sustentável”, declarou.


Robson Andrade ressaltou que o Brasil tem vocação para ser líder global da bioeconomia por ser dono da maior biodiversidade do planeta, com 20% das espécies, e ter 60% do território coberto por florestas, 12% das reservas de água doce do um mundo e uma zona marítima de quase 4 milhões de quilômetros quadrados.


Além disso, o país conta com uma agroindústria moderna, eficiente e muito produtiva, um setor industrial diversificado e excelência em diversas áreas de pesquisa.


“Nosso desafio é transformar essas inquestionáveis vantagens comparativas em ganhos de competitividade, que ajudem a promover o crescimento econômico sustentável, e gerem emprego e renda para todos os brasileiros”, afirmou o presidente da CNI.


Segundo ele, para o avanço da bioeconomia, o país tem de aumentar os investimentos em inovação, ciência, tecnologia e educação de qualidade em todos os níveis.


“Precisamos ainda definir uma política nacional, com regras estáveis, objetivos claros e instrumentos adequados, que ofereçam segurança jurídica e incentivem os empreendimentos em atividades dessa promissora área de negócios”, destacou Robson Andrade.


O que falta para a bioeconomia avançar no Brasil

No evento, será divulgada a Agenda de Bioeconomia da CNI que traz propostas e um plano de ação para o avanço do setor. Além de aumento de investimentos em inovação e da criação de uma política nacional de bioeconomia, a CNI propõe agilizar a ratificação do Protocolo de Nagoia, que estabelece normas interna