Fabricantes de tissue se destacam na premiação Valor 1000

Além de consolidar a Suzano como a maior do setor de papel e celulose, o ranking trouxe empresas de tissue entre as top 10 do segmento. Na última semana, foi divulgada a 21ª edição da premiação Valor 1000, anuário realizado pelo Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAE), em São Paulo. O ranking apresenta um estudo do campo corporativo com as melhores empresas em 26 segmentos, avaliadas a partir das demonstrações contábeis consolidadas, além de apresentar o ranking das 1000 maiores companhias do Brasil. No setor de papel e celulose, a classificação final de pontuação obtida pelas empresas com base em oito critérios elegeu a Suzano em primeiro lugar.



05/10/2021 - Na última semana, foi divulgada a 21ª edição da premiação Valor 1000, anuário realizado pelo Valor Econômico em parceria com a Serasa Experian e o Centro de Estudos em Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAE), em São Paulo. O ranking apresenta um estudo do campo corporativo com as melhores empresas em 26 segmentos, avaliadas a partir das demonstrações contábeis consolidadas, além de apresentar o ranking das 1000 maiores companhias do Brasil.


No setor de papel e celulose, a classificação final de pontuação obtida pelas empresas com base em oito critérios elegeu a Suzano em primeiro lugar. Além do destaque para a gigante de celulose, que teve uma receita líquida de R$ 30.460,3 milhões, fornecedoras de tissue tiveram reconhecimento entre as top 10 do segmento.


A Mili, maior fabricante de papel tissue 100% brasileira, ficou com a quarta colocação, e a Santher foi a oitava colocada. Elas tiveram receitas líquidas de R$ 1.113,2 milhão e R$ 1.712,1 milhão, respectivamente.



A classificação final se deu por meio de pontuação obtida pelas empresas em oito critérios. O ranking geral ficou assim: Suzano, Eldorado Brasil, Klabin, Mili, Ibema, CMPC, Veracel, Santher, Cenibra e Irani.


Cabe ressaltar que a CMPC também possui uma subsidiária de bens de consumo (tissue), a Softys e, no sexto lugar da premiação, teve uma receita bastante expressiva, de R$ 3.889,2 milhões.


Segundo o anuário, o setor de papel e celulose teve receita média de R$ 4.450,9 milhões.


Em sua 21ª edição, o Prêmio Valor 1000 aconteceu no formato on-line, com transmissão pelo canal do Youtube do Valor Econômico.


Fonte: Tissue Online