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Exportações no Chile movimentam US$ 50,4 bilhões no primeiro semestre de 2023

Apesar de queda nas vendas de celulose, o país obteve um resultado de 2,4% a mais nas receitas de exportação, em relação ao mesmo período do ano anterior. No primeiro semestre de 2023, as receitas de exportações no Chile somaram US$ 50,4 bilhões, um crescimento de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.



25/07/2023 - No primeiro semestre de 2023, as receitas de exportações no Chile somaram US$ 50,4 bilhões, um crescimento de 2,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com isso, o balanço entre o ajuste em baixa das importações no período e o crescimento de alguns setores exportadores no país fechou em um saldo de US$ 11,25 bilhões – o maior já registrado em um primeiro semestre nos últimos quinze anos.


Com a queda nas vendas de celulose, um dos principais setores exportadores tradicionais do país – que junto do cobre e do carbonato de lítio representam 53% das exportações do Chile –, as receitas totalizaram US$ 26,8 bilhões de janeiro a junho deste ano, uma queda de 1,7%, o equivalente a US$ 451 milhões.


Ainda durante os primeiros seis meses do ano, 6.281 empresas chilenas registraram exportações – 9% a mais em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O valor representa um recorde que superou, pela primeira vez, as 6.249 empresas exportadoras do primeiro semestre de 2019.


PRINCIPAIS DESTINOS DAS EXPORTAÇÕES CHILENAS

De janeiro a junho de 2023, a Ásia liderou a distribuição geográfica das exportações do Chile, concentrando 56% do total em valor. Seguida pela América do Norte (19%), América Latina (13%), Europa (11%), África (0,7%) e Médio Oriente (0,6%).


No total, o Chile exportou para 183 economias durante o período, colocando a China na primeira posição, com operações de US$ 18,98 bilhões. Em seguida, para os Estados Unidos, com US$ 8,61 bilhões e a Coreia do Sul, com US$ 3,64 bilhões.


Outros destinos relevantes foram Japão, com US$ 3.5 bilhões, Brasil, com US$ 2.04 bilhões, Holanda, com US$ 1.07 bilhões, México, com US$ 905 milhões, e Peru, com US$ 879 milhões.


Fonte: Portal Celulose

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