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Desemprego registra nova queda: 7,6% no trimestre agosto-outubro

Esta é a sétima queda consecutiva no índice e representa um décimo de ponto percentual a menos que a de julho a setembro (7,7%), segundo o IBGE. O índice de desemprego voltou a cair no Brasil e atingiu 7,6% no trimestre entre agosto e outubro, o nível mais baixo desde fevereiro de 2015, segundo dados oficiais divulgados no dia 30/11. Esta é a sétima queda consecutiva no índice e representa um décimo de ponto percentual a menos que a de julho a setembro (7,7%), segundo o IBGE. No total, 8,3 milhões de pessoas buscavam emprego entre agosto e outubro, ou seja, 763 mil a menos que um ano atrás (-8,5%).


No total, 8,3 milhões de pessoas buscavam emprego entre

agosto e outubro, ou seja, 763 mil a menos que um ano atrás (-8,5%)

crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil


30/11/2023 - O índice de desemprego voltou a cair no Brasil e atingiu 7,6% no trimestre entre agosto e outubro, o nível mais baixo desde fevereiro de 2015, segundo dados oficiais divulgados nesta quinta-feira (30).


Esta é a sétima queda consecutiva no índice e representa um décimo de ponto percentual a menos que a de julho a setembro (7,7%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


No total, 8,3 milhões de pessoas buscavam emprego entre agosto e outubro, ou seja, 763 mil a menos que um ano atrás (-8,5%).


A população economicamente ativa (PEA) subiu para 100,2 milhões de pessoas, um recorde, já que é a primeira vez que o índice ultrapassa o teto de 100 milhões desde que esta estatística começou a ser compilada, em 2012.


O salário médio dos trabalhadores aumentou 3,9% em um ano, até 2.999 reais.


"A leitura que podemos fazer é que há um ganho quantitativo, com um aumento da população ocupada, e qualitativo, com o aumento do rendimento médio", resumiu a coordenadora do IBGE, Adriana Beringuy, em nota.


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Mas o setor informal continua grande, com 39,2 milhões de pessoas (39,1% da população ativa).


Na semana passada, o presidente Lula vetou uma lei que estendia a isenção do imposto para salários em 17 setores econômicos, incluindo a indústria têxtil, a construção civil e as tecnologias de informação.


A decisão gerou críticas dos setores afetados, alegando que o regresso do imposto poderia prejudicar a criação de empregos.


"A gente não pode fazer apenas a desoneração sem dar contrapartida aos trabalhadores. A empresa deixa de contribuir sobre a folha e o trabalhador ganha o quê? Não tem nada escrito que vai ganhar um real a mais em seu salário", argumentou Lula na quarta-feira, à margem da visita oficial a Riade, na Arábia Saudita.


Fonte: jornal Estado de Minas

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