“Ótica a longo prazo pode ser mais bem desenhada”, diz acionista da Klabin

Em entrevista, Horácio Lafer Piva opinou sobre a retomada da economia brasileira após a pandemia e o papel do empresariado nesse processo. No dia 15/07, o empresário Horácio Lafer Piva, acionista da Klabin, foi o entrevistado da live do Valor Econômico. Economista e administrador de empresas, Piva foi presidente da FIESP. Além disso, é membro do conselho e acionista da Klabin Irmãos & Cia, holding controladora da Klabin, maior exportadora de papéis para embalagens do país.


21/07/2020 - No dia 15/07, o empresário Horácio Lafer Piva, acionista da Klabin, foi o entrevistado da live do Valor Econômico. Economista e administrador de empresas, Piva foi presidente da Federação das Indústrias do estado de São Paulo (Fiesp). Além disso, é membro do conselho e acionista da Klabin Irmãos & Cia, holding controladora da Klabin, maior exportadora de papéis para embalagens do país.

Na entrevista, ele opinou sobre a retomada da economia brasileira após a pandemia e o papel do empresariado nesse processo. Horácio afirmou que se mantém no campo do “realismo esperançoso”, em menção ao escritor e dramaturgo Ariano Suassuna, para avaliar a atual conjuntura do país. “Tomando muito cuidado para não cair na armadilha do excesso de otimismo, mas também não embarcando num pessimismo, que é sempre muito predatório”, comentou.

Para Piva, este não é o momento de se ter certezas em excesso com relação ao Brasil, referindo-se ao que chama de “imediatismo na avaliação dos resultados” por parte de quem se baseia apenas em indicadores recentes para comemorar melhorias. “Tem gente que explode rojões em relação a abril e maio, e não leva em consideração o que aconteceu ano passado. No médio prazo, é quando poderemos ter mais problemas”, ponderou o acionista.

Horácio ressaltou que muitas empresas estão ou vão entrar em recuperação judicial e mencionou um aumento das falências, por isso, defendeu que é importante olhar a conjuntura, a economia e o país sob uma ótica de longo prazo, que pode ser “mais bem desenhada”.

“Podemos desenhar um futuro mais bemarrumado do que esses últimos anos, que têm tido muitas volatilidades”, declarou, a respeito da curva de crescimento do país nos últimos anos. Por fim, ele reafirmou que prefere olhar mais para o longo prazo, escapando à recorrência de metas de curto prazo.

Fonte: Tissue Online

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