ABPO: venda de papelão ondulado sobe 8,05% em agosto ante agosto de 2016 (prévia)

Em agosto de 2017, as vendas de papelão ondulado utilizados em embalagens - caixas, acessórios e chapas - cresceram 8,05% na comparação com agosto de 2016 e 7,66% ante julho de 2017, para 310,331 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 12, pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) e são prévios referentes ao mês - ou seja, a associação divulgará uma atualização.




12/09/2017 - Em agosto de 2017, as vendas de papelão ondulado utilizados em embalagens - caixas, acessórios e chapas - cresceram 8,05% na comparação com agosto de 2016 e 7,66% ante julho de 2017, para 310,331 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 12, pela Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) e são prévios referentes ao mês - ou seja, a associação divulgará uma atualização.


No acumulado de janeiro a agosto de 2017, as vendas de papelão ondulado sobem 3,73%, para 2,242 milhões de toneladas. A ABPO também divulga dados com ajuste sazonal, no qual a expedição de agosto de 2017 foi 0,61% superior à de julho.


Segundo nota da associação, o resultado de agosto é o terceiro mais elevado da série histórica, superado apenas pelos volumes expedidos em outubro de 2014 e outubro de 2013. Se a comparação levar em conta o ajuste sazonal, a expedição de agosto torna-se a segunda maior da série, atrás somente do número registrado em abril de 2013.


"Embora seja prematuro afirmar que agosto tenha inaugurado um novo patamar produtivo, sobretudo porque fases de retomada econômica costumam estar sujeitas a oscilações, a taxa de crescimento acumulada no ano passa a ser um referencial mais atualizado para o resultado esperado ao fim de 2017", avaliou a ABPO, em nota.


Em 2017, apenas o mês de abril registrou queda nas vendas ante 2016, de 4,33%. Agosto foi o recorde para o período, seguido por março, quando o avanço foi de 6,88% contra março de 2016, e maio, de 5,75%. A ABPO projeta crescimento de 2,7% para o ano de 2017.


(Marcelle Gutierrez)


Fonte: jornal Estado de Minas