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O crescimento do mercado de papel-cartão - Artigo de Antônio Eduardo Baggio

O papel-cartão, hoje assim denominado, era conhecido no passado primeiramente como papelão - por ser um papel grosso -, depois papelão-massa, -que dava uma definição melhor da sua espessura, e o diferia do outro papelão, o ondulado -, ou depois simplesmente cartão que evoluiu até os nossos dias e encontrou - devido à sua variedade e grande versatilidade - milhares de aplicações como forma e como função, adquirindo o nome definitivo de papel-cartão, quando poderia ter sido consagrado como cartolão talvez.

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Produção de celulose cai!

A produção de celulose do Brasil caiu 3,7% no primeiro semestre de 2019, somando 10 milhões de toneladas, de acordo com dados divulgados pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá). Entre janeiro e junho, as exportações do insumo registraram leve acréscimo de 1,3% no comparativo anual, somando 7,8 milhões de toneladas vendidas. A China segue como principal destino, concentrando 42% das exportações de celulose. O consumo aparente de celulose caiu 15,1% no comparativo entre mesmos semestres, para 2,350 milhões de toneladas. Somente no mês de junho foi registrado queda de 4,8% no comparativo anual, para 454 mil toneladas.

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Aprovada MP da Liberdade Econômica pelo Senado

Indústria mineira e Sistema FIEMG apoiam a Medida Provisória (MP) 881. O Senado Federal aprovou no dia 21/08 a MP da Liberdade Econômica. A MP traz medidas de desburocratização e simplificação de processos para empresas e empreendedores. A aprovação no Senado se deu sem o trecho que autorização o trabalho aos domingos e feriados. O projeto ainda terá que passar pela sanção presidencial. A indústria mineira e o Sistema FIEMG apoiam a MP. “Estamos atuando contra os abusos que tornam o Brasil um dos países menos seguros para se investir em todo o mundo”, afirma Flávio Roscoe.

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Bolsonaro admite que criação de 'nova CPMF' pode ser discutida com Paulo Guedes

Presidente afirmou que se imposto diminuir a burocracia estará 'disposto a conversar'. A criação de um imposto federal sobre transações financeiras no formato da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) estará na pauta de uma conversa entre o presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ministro da Economia, Paulo Guedes. O chefe do Executivo admitiu, na manhã desta quinta-feira, que está aberto a debater com Guedes sobre o assunto. Em outro momento, Bolsonaro complementou. "Ele (Guedes) que falou. Ele pode falar 'vou colocar 0,10% na CPMF.

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