Bom
momento da indústria de celulose pode durar mais 10 anos
Há dois anos, o Brasil subiu da 6ª
para a 4ª posição no ranking dos maiores produtores
de celulose.
03/11/2010 - A indústria de papel e celulose, implementou métodos
sustentáveis de produção e abocanha um mercado
ascendente e lucrativo, que chegou a movimentar mais de R$ 50 bilhões
em 2009.
Há dois anos, o Brasil subiu da 6ª para a 4ª posição
no ranking dos maiores produtores de celulose e já é
o 11º principal produtor de papel do globo, segundo a Associação
Brasileira de Celulose e Papel. Internamente, a demanda só
cresce: o consumo de papel subiu 5%, o brasileiro usa 46,2 quilos
por ano.
"O Brasil vive um terceiro ciclo de expansão do setor
de celulose e papel, que deve se estender pelos próximos dez
anos" observa Francides Gomes, Professor de Tecnologia de Celulose
e Papel da Esalq-USP.
O bom momento do setor também pode ser medido pela expansão
das florestas plantadas de eucalipto e pinus do Brasil, em três
anos de 2005 a 2008 cresceu 5% ao ano. Em 2009, em conseqüência
da crise econômica, desacelerou para 2,5%. De acordo com o Anuário
Estatístico da ABRAF (Associação Brasileira de
Produtores de Florestas Plantadas), no ano passado a área chegou
a 6,7 milhões de hectares.
A maior parte dessas produções é de eucalipto,
matéria-prima para a fibra curta, usada na fabricação
de papéis de impressão e sanitários. A outra
espécie é o pinus, que gera fibras longas para embalagens.
A indústria da celulose é, hoje, quase toda certificada
e obediente à legislação florestal. Por depender
do bom funcionamento dos ecossistemas em que estão instaladas,
a maioria das empresas preserva as matas que protegem os rios e cumprem
rigorosamente a reserva legal.
Fonte: Painel Florestal/Adaptado por Celulose Online |
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