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Em
2010, Klabin planeja novos produtos e fábrica de celulose
Com capacidade entre 1,3 a 1,5 milhão de
toneladas/ano
Por
Candida Lemos
25/02/2010 - Aumento no volume de vendas, desenvolvimento de novos
produtos para o mercado externo e interno, o aumento da geração
operacional de caixa e a redução da relação
dívida líquida/Ebitda estão entre as metas
em curto prazo da Klabin para o ano de 2010.
Segundo o diretor geral da companhia, Reinoldo Poernbacher, no campo
dos investimentos para 2010, a aposta está na implantação
de uma caldeira de biomassa em Otacílio Costa (Santa Catarina),
que deverá substituir uma caldeira a óleo combustível.
Segundo ele, a implantação da nova caldeira não
só está alinhada com as questões ambientais
da atuação da empresa, como trará resultados
econômicos "interessantes". "Vamos substituir
o óleo combustível por biomassa, capaz de gerar a
mesma quantidade de vapor. Com isso, 20 mil toneladas de óleo
deixam de ser queimadas", afirmou. Ainda segundo Poernbacher,
a biomassa será gerada a partir de florestas próprias
ou produzida por terceiros. "O investimento se justifica tanto
sob a ótica ambiental quando da geração de
caixa", disse.
Entre os objetivos de longo prazo, os executivos da Klabin reiteraram
a previsão de construção de uma fábrica
de celulose de escala mundial com capacidade entre 1,3 a 1,5 milhão
de toneladas/ano, elevando a capacidade de celulose para 3,2 milhões
de toneladas/ano.
As metas da empresa para este ano também contemplam a instalação
de uma nova máquina de cartão com capacidade entre
400 a 500 mil toneladas/ano, o que aumentará a capacidade
de produção de cartões para 1,2 milhão
de toneladas/ano e a capacidade total de produção
de papéis e embalagens de papel da Klabin para 2,6 milhões
de toneladas/ano.
A renovação das florestas, com o conseqüente
aumento na produção de madeira, também está
nos planos para 2010. Para isso, a empresa deve utilizar recursos
próprios, além de recursos de terceiros, em especial
fundos de investimentos. O aporte inicial soma US$ 20 milhões,
com previsão total de US$ 100 milhões. A empresa anunciou
ainda que pretende aumentar a área plantada por meio de fomento
florestal. "Estamos preparados para atender a demanda dos clientes
que, segundo as previsões, deverá crescer substancialmente
este ano", afimou Reinoldo Poernbacher.
Fonte: Celulose Online
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