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Segundo
ele, as perspectivas são de um acréscimo ainda
maior a partir deste mês, já que com a proximidade
do Natal, as encomendas aumentam. "Nosso foco maior é
o agronegócio, com produção de embalagens
para produtos de hortifrutigranjeiros. Mas também atendemos
grandes empresas como a Perdigão e o setor siderúrgico,
já que fornecemos caixas e chapas de papelão
para a unidade da ArcelorMittal em Juiz de Fora", disse.
O
segundo semestre é fundamental para o setor, já
que responde por 55% a 60% dp faturamento, de acordo com o
Sinpapel-MG. O maior pico de produção dos fabricantes
de embalagens vai de julho a outubro.
A
Paraibuna Embalagens também não reduziu seu
quadro de pessoal em função da crise. Segundo
Braga, no período mais crítico, foi realizado
um PDV (programa de demissão voluntária), mas
os funcionários já teriam sido recontratados.
"Temos
ao todo 582 empregados e as duas plantas da empresa operam
em três turnos. Nossa produção está
próxima de atingir 90% da capacidade máxima",
ressaltou. Além da unidade em Juiz de Fora, a Paraibuna
também possui uma unidade em Sapucaia, na divisa do
Estado com o Rio de Janeiro.
Na
Casa Sol, indústria fabricante de embalagens de papel
e papelão, instalada em Belo Horizonte, a situação
é ainda melhor. De acordo com o proprietário
da empresa, Alexandre Gonçalves, as atividades foram
impactadas negativamente apenas até março. A
partir daí, as encomendas voltaram e, no acumulado
do ano, foi registrado crescimento de 20% na demanda em relação
a 2008.
"Fabricamos
embalagens para o setor de panificação. A crise
só nos atingiu no início do ano. Não
houve demissões e já estamos com previsão
de realizar novos investimentos no ano que vem", comemorou
Gonçalves.
Fonte: Diário do Comércio
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