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Produção
cresce 3,3% em Minas
Junho teve a 6ª taxa positiva consecutiva,
mas resultados
frente 2008 seguem negativos
06/08/2009 - A produção da indústria mineira,
descontadas as influências sazonais, registrou incremento
de 3,3% em junho ante o mês anterior. Foi a sexta taxa positiva
consecutiva nesse tipo de comparação, acumulando nesse
período expansão de 18,9%. Entretanto, os resultados
frente ao ano passado ainda continuam negativos, segundo levantamento
divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE).
Em
termos percentuais, o desempenho de Minas Gerais na passagem de
maio para junho foi o mais alto do país, seguido pela região
Nordeste (2,9%), Santa Catarina (1,4%), Rio Grande do Sul (1,1%)
e Rio de Janeiro (0,5%). A média nacional nesse tipo de comparação
registrou alta de 0,2%.
O analista
do IBGE Minas, Antonio Braz, ressaltou que o melhor resultado da
produção do Estado no que se refere aos dados sem
influências sazonais aconteceu em fevereiro ante janeiro,
quando o incremento foi de 6,5%.
De
acordo com o levantamento, na passagem de maio para junho, a média
móvel trimestral avançou 2%, quarta taxa positiva
nesse tipo de comparação.
Já
a produção da indústria mineira no segundo
trimestre contra igual período do ano anterior apresentou
queda de 18,7%, acima da média do país (-12,3%). Apesar
de negativo, a queda foi menos intensa que a verificada no primeiro
trimestre deste ano contra igual intervalo de 2008 (-24,2%).
No
ano passado, os resultados da produção da indústria
mineira foram positivos, com incremento de 5,9% no segundo trimestre
e de 7,4% no acumulado dos três primeiros meses de 2008 nas
comparações com os iguais trimestres de 2007. "Até
o terceiro trimestre do ano passado o resultado era positivo, com
alta de 6,7%. Já o desempenho do quatro trimestre refletiu
a crise, com queda de 12,8% na comparação com igual
trimestre do ano anterior", analisou.
Já
na série com ajuste sazonal, a produção no
segundo trimestre de 2009 avançou 7,8% frente ao acumulado
dos três primeiros meses do mesmo exercício, revertendo
as taxas negativas observadas nos dois trimestres anteriores, sendo
o recuo de 16,5% no quarto trimestre de 2008 e recuo de 10,7% no
primeiro trimestre deste ano.
Fonte:
Diário do Comércio
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