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Klabin
comemora resultados do Matas Legais
09/07/2009 - O Programa Matas Legais, iniciativa da parceria entre
a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil,
e a ONG Apremavi (Associação de Preservação
do Meio Ambiente e da Vida), completa o primeiro ano de atividades
no Paraná com importantes resultados para o meio ambiente.
De seu lançamento, em junho de 2008, até maio deste
ano, o Programa já distribuiu mais de 79 mil mudas de espécies
nativas, quantidade suficiente para recuperar mais de 30 hectares
de matas, e promoveu a demarcação de 188 hectares
de Áreas de Preservação Permanente (APPs),
uma das prioridades do Programa.
As
mudas de espécies nativas distribuídas a partir de
setembro do ano passado foram plantadas em 212 propriedades rurais
paranaenses após a etapa de estudo e mapeamento das áreas.
As propriedades desta fase do Programa são localizadas nos
municípios de Curiúva, Sapopema, São Jerônimo
da Serra, Congonhinhas, Figueira e Ibaití. Também
nos municípios de Reserva e Ventania algumas propriedades
receberam projetos-pilotos especiais do Programa.
Por
meio do Programa Matas Legais, os pequenos e médios produtores
rurais recebem a orientação para planejar suas propriedades
em atendimento à legislação ambiental. Eles
também aprendem a conciliar a formação de matas
ciliares saudáveis e a recuperação de áreas
degradadas com a prática de outras atividades agrícolas
produtivas. Este modelo sustentável contribui para o equilíbrio
do ecossistema local e para o aprimoramento das atividades de florestas
plantadas. O objetivo é, nos próximos anos, estender
as atividades do Matas Legais para os demais produtores rurais já
integrantes do Programa de Fomento Florestal da Klabin no estado.
A assistência
técnica é realizada em campo pela equipe de profissionais
da Apremavi. "Além dos benefícios ambientais,
há aspectos econômicos e sociais de imensa relevância
pois o Matas Legais permite geração de renda aos produtores
e a preservação do meio ambiente", enfatiza Miriam
Prochnow, coordenadora de Políticas Públicas da Apremavi.
"Os resultados demonstram que é possível colocar
em prática a legislação ambiental aliada à
sustenatbildiade", finaliza.
Miriam
explica que muitos integrantes do Programa são de assentamentos,
que passam a adotar um modelo sustentável. Um bom exemplo
é a propriedade de Augustinho Fernandes Quevedo, no assentamento
Paulo Freire, em São Jerônimo da Serra. "O Matas
Legais é muito importante para que o agricultor possa ter
fazer seu trabalho e ter sua renda de uma forma correta.
Hoje,
trabalho com leite, milho, soja, trigo e tenho 4,5 alqueires de
florestas plantadas na minha propriedade", diz. "E desde
que entrei no Programa, plantei mais 400 mudas de espécies
nativas. Se todos fizerem a sua parte, o meio ambiente é
que sai ganhando", completa.
De
acordo com Carlos Mendes, gerente de Pesquisa e Planejamento Florestal
da Klabin, o programa também inclui ações de
educação ambiental. "Trabalhar a consciência
ecológica das comunidades é uma importante iniciativa
para a conservação do patrimônio natural paranense,
principalmente no longo prazo", completa.
O programa
incentiva a preservação da Mata Atlântica e
a introdução de espécies como araucária,
imbuia, canela-preta, sassafrás, cedro, canjerana, ipê-amarelo,
ipê-roxo, entre outras, sendo algumas delas ameçadas
de extinção. "A recuperação das
matas ciliares permite a formação dos corredores ecológicos
de matas nativas, que, por sua vez, favorecem a manutenção
e incremento da biodiversidade local", explica.
A iniciativa
está em sintonia com a Política de Sustentabilidade
da Klabin, pela qual a empresa se compromete a assegurar o abastecimento
de madeira plantada para suas fábricas de forma sustentada,
preservando os ecossistemas naturais associados. "A companhia
aposta no Programa Matas Legais, em parceria com a Apremavi, e em
seus benefícios para o meio ambiente e para as comunidades.
Assim, trazemos o meio rural e suas comunidades para participar
de nossa cadeia produtiva de forma sustentável", finaliza
Mendes.
Fonte:
Celulose Online
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