|
Porto
de Rio Grande embarca 40 mil ton de celulose
09/04/2009 - O porto de Rio Grande está realizando o maior
embarque de celulose de sua história em um só navio.
São 40 mil toneladas do produto, que irão para a China
no navio Indiana, de bandeira de Cingapura. Parte da carga irá
para o porto de Shangai e parte para o de Qindao. O embarque teve
início às 13h40min de terça-feira, 7, no cais
do Porto Novo, e deve se estender até a noite de amanhã,
dia 10. Normalmente, são embarcadas 25 mil toneladas em cada
navio no cais público.
De
acordo com Ivan Faria, diretor de Operações da Sagres
Agenciamento Marítimo Ltda, operadora Logística da
Aracruz no porto da fábrica de Guaíba e em Rio Grande,
das 40 mil toneladas, 25 mil serão embarcadas no Porto Novo
e o restante no terminal da Yara Brasil, devido à necessidade
de um calado superior a 31 pés. Na ponta sul do terminal
da Yara Brasil, o calado é de 40 pés.
O embarque
da carga no terminal será realizado com operação
de transbordo, passando a carga da barcaça para o navio.
Para a operação de transbordo serão carregadas
duas barcaças no Porto Novo e outras duas virão diretamente
de Guaíba. Para o carregamento no Porto Novo, a carga é
retirada dos armazéns da Aracruz no local e levada em caminhões
até o costado do navio. Depois, é retirada dos caminhões
por guindastes próprios do Indiana.
Ivan
Faria relata que a Aracruz de Guaíba embarca em torno de
400 mil toneladas de celulose/ano pelo porto rio-grandino. O produto
é carregado principalmente para o mercado Asiático.
A operação desta semana está envolvendo em
torno de 60 trabalhadores, sendo 20 a bordo, 34 Trabalhadores Portuários
Avulsos (TPAs) por turno (6h), sendo 19 estivadores, 12 em capatazia
e três conferentes, mais caminhoneiros.
Faria
diz que esse embarque é fruto de esforço da Aracruz
para, apesar da crise econômica mundial, manter o nível
de produção, emprego e renda e para dar continuidade
a seu projeto no estado. Um novo embarque está previsto para
o dia 14 deste mês, abrangendo em torno de 10 mil toneladas.
Fonte:
Jornal Agora. Adaptado por Celulose Online
|