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Eucalipto
ampliando a vida
Trabalhos evidenciam alta diversidade de fauna nas propriedades
com cultivo de eucalipto
01/04/2009
- Os diversos estudos de grupos faunísticos realizados nas
áreas florestais da CENIBRA demonstram que o modelo atual
de manejo praticado pela Empresa é altamente compatível
com a conservação da fauna silvestre. Os trabalhos
evidenciam que há alta diversidade de fauna nas propriedades
com cultivo de eucalipto e que as principais razões para
tal fato são o elevado percentual de áreas protegidas
nestas propriedades e o manejo de baixo impacto ambiental praticado
nesses cultivos.
As
pesquisas apontam ainda para o alto uso dos plantios florestais
pela fauna silvestre, o que demonstra que estas plantações
são importantes como ampliadoras das áreas de vida
e como corredores de ligação entre as áreas
de vegetação nativa. Notadamente para as espécies
mais exigentes, que são aquelas dependentes florestais, como
os primatas, mamíferos de grande porte e as demais espécies
arborícolas, as plantações de eucalipto têm
o papel fundamental de promover a conectividade entre os remanescentes
florestais
nativos.
"A
capacidade das plantações florestais de permitir a
circulação da fauna é também denominada
de aumento da permeabilidade da paisagem, ou seja, as plantações
de eucalipto facilitam a circulação de diversas espécies
da fauna, principalmente se comparadas às áreas desmatadas,
às pastagens ou às culturas agrícolas",
explica o Especialista, Jacinto Lana. Isso significa dizer que o
mito difundido de que as plantações de eucalipto são
um deserto verde cai literalmente por terra. Dessa forma, as propriedades
com plantios florestais, realizados com manejo de baixo impacto
e com altos percentuais de áreas destinadas à conservação
de remanescentes de vegetação, são desejáveis
também no entorno das unidades de conservação
como forma de ampliar os espaços de vida para a fauna silvestre
e para aumentar a conectividade entre as unidades de conservação
e os demais remanescentes florestais situados no entorno.
Este
fato é endossado por vários pesquisadores e Organizações
Não-Governamentais (ONGs), para quem as plantações
de eucalipto, como por exemplo, àquelas situadas no entorno
do Parque Estadual do Rio Doce, funcionam como zona tampão,
pois fornecem abrigo, permitindo que diversas espécies o
utilizem como habitat, aumentando assim a área de vida para
a fauna e, consequentemente, a proteção do Parque.
Fonte:
Coordenação de Comunicação Social -
CENIBRA
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