Cenibra tem projeto para minimizar o êxodo no campo

Santa Marta "empresta" terra a pequeno produto.


05/03/2009 - Promover parcerias, a fim de contribuir para o desenvolvimento sustentável da região onde a Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra) está instalada, sempre foi marca registrada da companhia, por meio do Instituto Cenibra. Exemplo disso é o Projeto Santa Marta, desenvolvido na cidade de Ipaba (Região do Rio Doce) desde 1999, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica Rural do Estado de Minas Gerais (Emaer), o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a Prefeitura Municipal de Ipaba.



Projeto da Cenibra atende 121 famílias
de produtores da Região do Rio Doce

O Projeto Santa Marta, que adquiriu esse nome em virtude da fazenda onde está situado, consiste na concessão temporária de terras da Cenibra em que o eucalipto não é cultivado para famílias de baixa-renda, a fim de que nelas sejam plantadas milho, feijão e hortaliças.

Atualmente, o projeto atende 121 famílias da região e disponibiliza 65 hectares (o que corresponde a aproximadamente 65 campos de futebol) de terra para plantio. A iniciativa ajuda a manter o homem no campo. Dessa forma, ele não precisa migrar para os grandes centros em busca de fonte de renda, o famoso êxodo rural. Ele pode permanecer no campo e obter renda por meio do que é plantado e colhido na terra.

Este ano, os produtores comemoram a colheita, que deverá ser recorde dos últimos anos. Estima-se que sejam colhidas pelo menos 300 toneladas de milho. Desse total, 10% será repassado para o Instituto Cenibra, que doará para as entidades carentes e creches da região.

Por meio do instituto, a Cenibra tem estabelecido, atualmente, parcerias nos municípios de Belo Oriente, Ipaba, Santana do Paraíso e Virginópolis, ambas na Região do Rio Doce.

Cerca de 300 famílias são beneficiadas com o plantio de milho, feijão e hortaliças. Após a colheita, o percentual de 10%, como determina o contrato com os arrendatários, é repassado a entidades assistenciais dos municípios ou utilizado para investir no próprio projeto.

Fonte: Diário do Comércio